Venha fazer uma sessão de Reiki com a terapêuta holística Melissa Nordi.
Meia-noite em ponto! Mais uma jornada na construção do Templo terminara. Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob o frescor do Ébano para o tão merecido descanso. Eis que, subindo em sua direção, aproxima-se seu Mestre Construtor predileto, que lhe diz:
– Mestre Hiram... Vou lhe contar o que disseram do segundo Mestre Construtor...
Hiram com sua infinita sabedoria responde:
– Calma, meu Mestre predileto; antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar a informação pelas "Três Peneiras da Sabedoria?
– Peneiras da Sabedoria??? Não me foram mostradas, respondeu o predileto!
– Sim... Meu Mestre! Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção: tudo quanto te disserem de outrem, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira, que é a da VERDADE, eu te pergunto: tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito, o Mestre respondeu:
– Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram...
Hiram continua:
– Então, se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e repousa na segunda, que é a peneira da BONDADE. E eu te pergunto: é alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?
– De maneira alguma Mestre Hiram... Claro que não!
– Então a tua estória acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu nas cruzetas da terceira e última; e te faço a derradeira pergunta: achas mesmo necessário passar adiante essa estória sobre teu Irmão e Companheiro?
– Realmente Mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade...
– Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra. Não sobrou nada para contar.
– Entendi poderoso Mestre Hiram. Doravante somente boas palavras terão caminho em minha boca.
- És agora um Mestre completo. Volta a teu povo e constrói teus Templos, pois terminaste teu aprendizado. Porém, lembra-te sempre: as abelhas, construtoras do Grande Arquiteto do Universo,
nas imundícies dos charcos,
buscam apenas flores para suas laboriosas obras,
enquanto as nojentas moscas,
buscam em corpos sadios as Chagas e feridas
para se manterem vivas.
nas imundícies dos charcos,
buscam apenas flores para suas laboriosas obras,
enquanto as nojentas moscas,
buscam em corpos sadios as Chagas e feridas
para se manterem vivas.
Nunca deixe de se amar
Você vive mais ou menos?
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Deus sabe
Há momentos muitos difíceis, que parecem insuperáveis, enriquecidos de problemas e dores que se prolongam, intermináveis, ignorados pelos mais próximos afetos, mas que Deus sabe.
Muitas vezes te sentirás à borda de precipícios profundos, em desespero, e por todos abandonado. No entanto, não te encontrarás a sós, porque, no teu suplício, Deus sabe o que te acontece.
Injustiçado e sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, experimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.
Vitimado por cruel surpresa do destino, que te impossibilita levar adiante os planos bem formulados, não te rebeles, entregando-te à desesperação, porque Deus sabe que assim é melhor para ti.
Crucificado nas trevas ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa ninguém detecta, a fim de minimizar-lhe as consequências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.
Deus sabe tudo!
Basta que te deixes conduzir por Ele, e, sintonizando com a sua misericórdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.
(Divaldo P. Franco por Joanna de Ângelis. In: Filho de Deus)
Muitas vezes te sentirás à borda de precipícios profundos, em desespero, e por todos abandonado. No entanto, não te encontrarás a sós, porque, no teu suplício, Deus sabe o que te acontece.
Injustiçado e sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, experimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.
Vitimado por cruel surpresa do destino, que te impossibilita levar adiante os planos bem formulados, não te rebeles, entregando-te à desesperação, porque Deus sabe que assim é melhor para ti.
Crucificado nas trevas ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa ninguém detecta, a fim de minimizar-lhe as consequências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.
Deus sabe tudo!
Basta que te deixes conduzir por Ele, e, sintonizando com a sua misericórdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.
(Divaldo P. Franco por Joanna de Ângelis. In: Filho de Deus)
As colheres de cabo comprido
Dizem que Deus convidou um homem para conhecer o CÉU e o INFERNO.
Foram primeiro ao inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem a porta, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão de sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher de cabo bem comprido, que lhes permitia alcançar o caldeirão, mas não a própria boca.
O sofrimento era grande.
O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Era uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão ,
as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome e nem sofrimento.
- Eu não compreendo - disse o homem a Deus -porque aqui as pessoas estão
felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
Você não percebeu?
É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
Moral: temos três situações que merecem profunda reflexão:
EGOÍSMO
As pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome,
impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
CRIATIVIDADE:
Como todos estavam querendo se safar da situação caótica quase encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
EQUIPE:
Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.
Conclusão: Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.
E, lembre sempre:A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.
E você? Vai usar as colheres corretamente? Pense nisso...
- Eu não compreendo - disse o homem a Deus -porque aqui as pessoas estão
felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
Você não percebeu?
É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
Moral: temos três situações que merecem profunda reflexão:
EGOÍSMO
As pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome,
impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
CRIATIVIDADE:
Como todos estavam querendo se safar da situação caótica quase encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
EQUIPE:
Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.
Conclusão: Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.
E, lembre sempre:A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.
E você? Vai usar as colheres corretamente? Pense nisso...
(Autor desconhecido)





